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História da Formação do Rebanho JP |
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Os trabalhos com o Guzerá JP começaram na 2ª metade da década de 50. Durval Garcia de Menezes colocou à venda 160 vacas Guzerá. Eram vacas de origem JA. José Resende Peres ficou com 80. Mario de Almeida Franco levou as outras - ele estava formando o maior rebanho Guzerá do Brasil, com 800 matrizes PO. Em 1962 começou o controle leiteiro e com ele a seleção objetiva para leite. E começou a busca incansável por material genético para somar. De Napoleão Fontenelle de Baixo Guandu, veio a Gema NF, que formou família em São Pedro dos Ferros. Sua neta, Variante JP, LM, LE, foi a 1ª vaca da raça a produzir mais de 20Kg em pesagem pública, em 1988. |
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De Uberaba chegou de presente Shane MF, filho de Lusitana MF, que era vaca boa de leite. Shane foi campeão da prova de ganho de peso em Uberaba e tinha com a beleza do pai, o touro Kilimanjaro POI. |
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| Em 1962, houve a
introdução de Kachari-kuni I, filho da melhor
vaca de leite que veio da Índia na importação de 62, a linda matriz Kuni, que
chegou a produzir mais de 20 kg/dia. De Francisco Lutterbach veio o Seridó JA. Ele disse que podia usar que as filhas seriam boas de leite. E foram. Na década de 90, os companheiros do Núcleo do Guzerá aumentaram a base em melhoramento na raça. A disposição de trazer Édipo de Alag. da Paraíba, juntamente com o selecionador Haroldo Fontenelle e de abrir sua genética para todos os criadores, revelou-se um sucesso. O touro, 1º no ranking dos últimos anos, ajudou o Guzerá a crescer como um todo na produtividade leiteira.
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